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Razões para abandonar o pensamento perfecionista

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Todos temos os nossos defeitos e vivemos num mundo também ele cheio de imperfeições. Mesmo assim, muita gente vive assombrada pelo pensamento perfecionista em tudo que faz. No entanto, essa pressão pode trazer várias consequências para as nossas vidas.

O perfecionismo pode ter efeitos exatamente contrários ao conceito. Em vez de nos ajudar a melhorar e atingir os objetivos, pode ser um fator que nos empurra para baixo e um modo de auto sabotagem. Isto, sem sequer darmos conta.

Todavia, a autocrítica é o grande motivo que origina o aparecimento do pensamento perfecionista. No entanto, o primeiro passo deve ser observar a situação, pois pode estar a influenciar a nossa vida de forma negativa.

Sendo assim, vamos mostrar-te neste artigo, algumas razões pelas quais deves abandonar o pensamento perfeccionista e finalmente aceitar que a perfeição não é essencial para a felicidade e para o sucesso.

 

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O perfecionismo não ajuda a evoluir

 

Ao contrário do que muita gente pensa, o perfecionismo não ajuda a crescer nem a evoluir, seja a nível profissional ou pessoal. Pois, a necessidade de atingir a perfeição retira o espaço de crescimento.

Obviamente que para evoluirmos precisamos de dar o máximo em tudo que fazemos. No entanto, não precisamos de vender a alma para atingir os melhores resultados. Além disso, errar é humano, e quando acontece, por vezes pode ser uma benção, pois permite-nos aprender para depois melhorar.

O pensamento perfeccionista leva-nos a procurar sempre a aprovação dos outros e não nos permite aceitar que erramos ou onde erramos. No entanto, se não sabemos onde está o erro, como o vamos conseguir corrigir? 

Para uma melhor evolução, o essencial é focar na progressão e não na perfeição.

 

Pode levar à depressão

 

O perfecionismo pode ser o maior inimigo da tua saúde, tanto a nível físico como a nível mental. Pois, a necessidade de fazer tudo na perfeição pode ser uma forma de autodestruição, criando pressão, ansiedade e até mesmo depressão.

Muitas vezes, a necessidade da perfeição surge da insegurança, da baixa autoestima, da autocrítica e de um sentimento profundo de falhanço. Todos estes indicadores podem levar a que uma pessoa não consiga admitir que algo não está bem, omitindo o verdadeiro problema como forma de defesa.

Viver a vida com a pressão de não falhar pode ser muito perigoso para qualquer pessoa, seja qual for a idade. É fundamental termos noção que não somos perfeitos, o caminho pode ser duro, mas necessário para evitar graves problemas de saúde.

 

 

 

Afeta a relação com o mundo

 

Os perfecionistas são pessoas motivadas, na maior parte das vezes, pela pressão de mostrar ao mundo que são os melhores, pela necessidade de atingir as expectativas de pessoas (que muitas vezes nem sabem quem são) e pela demanda de atingir coisas extremamente irrealistas. Contudo, isto acaba por afetar não só a pessoa em si, como também todos que a rodeiam.

Na verdade, esta exigência que têm para consigo mesmos não passa de uma fachada. E, para existir conexões verdadeiras, é necessário mostrar quem realmente somos, porque ninguém é perfeito. O erro fará sempre parte de nós! No entanto, a necessidade que a pessoa perfecionista tem em esconder estes defeitos, pode levá-la ao distanciamento social.

Seja com amigos, familiares ou colegas de trabalho, fazer o melhor que podemos é parte importante, mas não é tudo! Por exemplo, numa situação de trabalho, podemos ser os melhores a fazer algo, mas se os nossos colegas e superiores não se sentirem confortáveis perto de nós ou capazes de comunicar, de que adianta sermos bons?

Tudo na vida precisa de um equilíbrio, e falhar faz parte desse equilíbrio!

 

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